É assim, eu penso que acho que já te esqueci.
Já vai algum tempo que não te vejo (fisicamente), mas faz muito pouco tempo que pensei em ti.
Acabei de pensar em ti.
Aliás, ao escrever estou a pensar em ti, e sabes o que sinto? Nada.
Hoje é daqueles dias em que não sinto saudades de ti. Não sinto saudades do que passámos, do que vivemos, do que demos um ao outro, do que partilhámos, de tudo.
Hoje é dos dias que ninguém me pode dizer que ainda não te esqueci.
Hoje já te esqueci.
Muitas são as vezes em que me acompanhas e me persegues. As mesmas são as vezes em que tento combater essa perseguição doentia, que não me faz nada bem.
Mais um olhar em redor, mais uma lembrança.
Tenho as tuas coisas guardadas na caixinha das recordações, mas já pensei em livrar-me dela. Será que é isso que falta para por fim te esquecer? Vou esperar mais um bocado, vou sofrer mais um bocado.
Não queria, mas se tiver que ser é o que farei.
Se amanhã não te esquecer é o que farei... porque hoje já não te esqueci.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Can I feel it?
É incrível.
Roubaste-me tudo.
Roubaste-me aquilo que mais falta me faz: o coração, a possibilidade de sentir, a veracidade da simples existência da vida.
Tento, mas não mais consigo sentir. Amizade verdadeira, ódio, amor. Faz tempo que não sinto.
Nunca mais fui o mesmo.
Se antes o verbo que me definia era o verbo "sentir", agora o que melhor me define é... nem sei.
Não sei quem sou, não me conheço.
Muitas são as vezes em que parto em busca de mim, em que me tento (re)encontrar, mas sem qualquer resultado.
Como antes, sei quando as pessoas estão mal, quando precisam de um abraço, quando precisam de uma palavra amiga, mas não consigo ser bom.
Sinto-me como se usasse as pessoas.
Odeio.
Espero que tudo mude. Espero ter um melhor rumo na minha vida. Espero encontrar um caminho que me guie, que me mude, que me faça feliz.
Sim, porque é isso que eu busco, a felicidade.
Roubaste-me tudo.
Roubaste-me aquilo que mais falta me faz: o coração, a possibilidade de sentir, a veracidade da simples existência da vida.
Tento, mas não mais consigo sentir. Amizade verdadeira, ódio, amor. Faz tempo que não sinto.
Nunca mais fui o mesmo.
Se antes o verbo que me definia era o verbo "sentir", agora o que melhor me define é... nem sei.
Não sei quem sou, não me conheço.
Muitas são as vezes em que parto em busca de mim, em que me tento (re)encontrar, mas sem qualquer resultado.
Como antes, sei quando as pessoas estão mal, quando precisam de um abraço, quando precisam de uma palavra amiga, mas não consigo ser bom.
Sinto-me como se usasse as pessoas.
Odeio.
Espero que tudo mude. Espero ter um melhor rumo na minha vida. Espero encontrar um caminho que me guie, que me mude, que me faça feliz.
Sim, porque é isso que eu busco, a felicidade.
domingo, 9 de maio de 2010
Domingo
Não estou a conseguir.
Não estou a conseguir esquecer-te. Esta dor está-se a tornar insuportável, pois tu apareces de repente.
Dou por mim à tua procura, acho que preciso de te ver. Mas ao mesmo tempo sei que seria mau.
Se te vir vou lembrar-me ainda mais daquilo que passámos, do que deixámos para trás, daquilo de que desistimos de lutar.
E eu quero mesmo seguir em frente. Preciso mesmo de seguir em frente.
Ouço a mesma música, repetida tantas e tantas vezes. A cada verso, a cada palavra da letra me lembro de ti.
Existem músicas que deviam ter sido feitas por mim. Músicas que transmitem na totalidade o que eu sinto, o que está dentro de mim e o que eu gostaria que estivesse.
Hoje estou triste, mais uma vez.
E hoje é Domingo..
Não estou a conseguir esquecer-te. Esta dor está-se a tornar insuportável, pois tu apareces de repente.
Dou por mim à tua procura, acho que preciso de te ver. Mas ao mesmo tempo sei que seria mau.
Se te vir vou lembrar-me ainda mais daquilo que passámos, do que deixámos para trás, daquilo de que desistimos de lutar.
E eu quero mesmo seguir em frente. Preciso mesmo de seguir em frente.
Ouço a mesma música, repetida tantas e tantas vezes. A cada verso, a cada palavra da letra me lembro de ti.
Existem músicas que deviam ter sido feitas por mim. Músicas que transmitem na totalidade o que eu sinto, o que está dentro de mim e o que eu gostaria que estivesse.
Hoje estou triste, mais uma vez.
E hoje é Domingo..
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Mata-me outra vez
E hoje voltaste.
Muitas são as vezes em que penso em ti, em que te olho, em que te vejo mas não te sinto.
Mais uma vez lá estás tu, em cada gesto, em cada olhar, em cada pessoa...
Vejo a tua expressão, sinto o teu cheiro em muitos dos momentos em que penso que estou sozinho, sem ti, mas tu insistes em aparecer.
Apareces subitamente, sem pedir licença, sem pensar que nem sempre é bom para mim. Não agora. Não é justo.
Tento esquecer-te de uma vez por todas. Tento seguir em frente, mas dou conta que o que procuro noutra pessoa são pequenos pesaços de ti. Os teus olhos verdes, o teu cabelo, os teus lábios.
Procuro o teu feitio especial, que não ligue à futilidade das coisas sem interesse.
Procuro o conforto do teu abraço, o teu toque, o teu cheiro.
O teu cheiro.
Sinto falta de alguém em quem possa confiar plenamente, alguém a quem me possa dar por completo, sem receio.
Sinto a falta do amor que me dás, mas não sinto a falta do amor que te dei. Esse foi-se, assim como se foi o meu coração.
O meu coração partiu(-se) no dia em que tu partiste e o levaste sem perguntar se podias.
Pedaços dele eram devolvidos ao seu lugar nos momentos que passámos juntos após. Momentos bons, inocentes, despropositados, mas momentos assassinos, que servem para matar aos poucos. Momentos que acabaram.
Hoje penso em ti.
Penso hoje, com a esperança de não pensar amanhã.
Muitas são as vezes em que penso em ti, em que te olho, em que te vejo mas não te sinto.
Mais uma vez lá estás tu, em cada gesto, em cada olhar, em cada pessoa...
Vejo a tua expressão, sinto o teu cheiro em muitos dos momentos em que penso que estou sozinho, sem ti, mas tu insistes em aparecer.
Apareces subitamente, sem pedir licença, sem pensar que nem sempre é bom para mim. Não agora. Não é justo.
Tento esquecer-te de uma vez por todas. Tento seguir em frente, mas dou conta que o que procuro noutra pessoa são pequenos pesaços de ti. Os teus olhos verdes, o teu cabelo, os teus lábios.
Procuro o teu feitio especial, que não ligue à futilidade das coisas sem interesse.
Procuro o conforto do teu abraço, o teu toque, o teu cheiro.
O teu cheiro.
Sinto falta de alguém em quem possa confiar plenamente, alguém a quem me possa dar por completo, sem receio.
Sinto a falta do amor que me dás, mas não sinto a falta do amor que te dei. Esse foi-se, assim como se foi o meu coração.
O meu coração partiu(-se) no dia em que tu partiste e o levaste sem perguntar se podias.
Pedaços dele eram devolvidos ao seu lugar nos momentos que passámos juntos após. Momentos bons, inocentes, despropositados, mas momentos assassinos, que servem para matar aos poucos. Momentos que acabaram.
Hoje penso em ti.
Penso hoje, com a esperança de não pensar amanhã.
1º vez
Olá.
Este blog foi criado com o único propósito de poder exprimir aquilo que sinto sem qualquer "medo" de quem o possa ver.
Quanto a este primeiro post, é apenas sobre a música que serviu de base a este blog, tanto no título como no nome.
Letra e música muito boas, com uma parceria espectacular com a voz bonita da bonita InÊs Castel-Branco.
Tenham uma boa noite de sono.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
