segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tudo é o que tem de ser, tudo tem de ser -


"Já não te encontro mais, ai saudade de te encontrar"

É verdade, há muito tempo que não te vejo como deve de ser.
Ontem, ao pensar em ti mais a fundo, ao tentar recordar-me de cada pedaço de ti, do teu corpo, da tua mente, das tuas atitudes, reparei que não lembro do que mais me fascina e acalma em ti, do que mais me transmite aquilo que sentes, as tuas expressões, os teus desabafos silenciosos - os teus olhos. Não me consigo lembrar dos teus olhos.
Sei que são verdes - como poderia esquecer - mas sei pouco mais.
Sei que tenho saudades deles, preciso deles para me sentir mais eu. Mas sei que não é possível.
Esta distância faz esvanecer, aos poucos, as memórias que tenho de ti/de nós.
Custa-me estares longe, mas custa-me ainda mais estares perto. Estares perto e não te ver.
Passo por tua casa e olho para o outro lado, como se fingisse não saber que é ali que moras, que é ali que passámos muitos bons momentos. Que é ali que te visitava no domingo de despedida e era dali que me despedia com um sorriso, mas que fazia a viagem com os olhos embebidos em lágrimas.
Passo por tua casa e olho para lá, com a estúpida esperança de te ver. Olho e não te vejo. Mas vejo muitas coisas que me fazem lembrar de ti.
Sei que é estúpido aquilo porque estou a passar agora, este sofrimento "escolhido" por mim, mas sei que tenho uma promessa à qual não quero nem posso falhar.
Assim sendo, vou continuar neste estado de "latência opcional" com a certeza ou esperança de que será o melhor para ti.







domingo, 4 de julho de 2010

Our love, will be forever.

E porque a verdade é essa..
Não o posso negar, mas é o que tento fazer.
Tento.
Tento.
Tento.
Não consigo.
Sinto a tua falta.
Dos teus olhos. Já não me lembro dos teus olhos.
Do teu cheiro.
Do teu corpo.
De ti.
Um dia voltaremos a ser felizes. Juntos ou separados, o que o destino nos reservar..